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Coisas boas da depressao
A depressao nao tem preconceito, atinge a todos: brancos, pobres, negros, ricos, americanos, suicos, feios bonitos, etc... Sendo assim extremamente social e democratica.
Ela eh amiga, esta sempre conosco nos momentos dificeis. As vezes eh a unica que nos entende. A depressao te abraca profundamente, ela toca a sua alma como ninguem e faz voce sentir que voce e ela sao um soh.
A depressao eh parceira, esta conosco mesmo quando nao precisamos. Ela anda sempre do nosso lado, sempre paciente, em varias etapas da nossa vida. Nao de maos dadas, mas de coracoes dados. Eterna companheira.
Ela proporciona um sentimento unico, nao ha amigo que nos faca sentir tamanha conexao. Com a depressao nao ha mais a necessidade dos amigos, ja que ela nos prenche por completo.
Apesar do paradoxo que o seu nome inspira, ela nao eh um depressa grande, ao contrario, o tempo transcorre lento e cheio de vazio abstrato. Proporcionando a observacao dos fatos do passado detalhadamente.
Gracas a ela, descobri esta necessidade: devemos apreciar o que nos traz bom animo!
Escrito por Rodrigo Tavares às 05h08
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Marivaldo pirava quando lhe chamavam de pescocinho. Sempre saia correndo atras de Barará quando ele de longe gritava "pescocinho fi da peste!"...
Num bar, Barará prometeu a um bebado uma garrafa de 51 se ele chamasse Marivaldo de pescocinho na frente dele. O bebado aceitou e foi logo comprimentando 'pescocinho': - ... ola meu grande amigo, quanto tempo!! (arroto)
Marivaldo redarguiu: - Quem é voce rapaiz? nunca te vi...
Bebado: - Como nao fi da peste, nois pesco desde pequeno, sisqueceu miseravi?
Marivaldo franzindo a testa disse : - Que isso? nunca pesquei com voce nao!
Bebado gritou! - Pesco sim!
Escrito por Rodrigo Tavares às 01h41
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Reforma-consciencia
Imaginemos a consciencia de um politico consideravelmente desonesto. Trazendo no seu interior, o mundo de seus pensamentos alinhados na trapaca, virados para a presuncao e arrogancia juntamente com a ambicao descontrolada. Qualidades psiquicas essas, acobertadas pelo escudo corporeo: uma face cansada, apesar da ausencia de esforcos fisicos no labor politico. Seu envolvimento no ambiente da politica eh uma grande contradicao, ja que deveria ele, ser exemplo de boa conduta e portador de superioridade moral afim de que possa haver o comando racional da nacao em desenvolvimento. O problema eh que, a politica atual, motiva e atrai seres desse nivel. Eh uma porta aberta aqueles que buscam aplicar sua conduta moral e conhecimento (nenhum) no labor facil e de alto retorno. Nao eh este o sonho de muitos? Conseguir um trabalho onde pode-se adquirir grandes quantias sem esforco maior? Hoje confundimos bandidos com a policia, isto ja esta velho. Bandidos sendo enjaulados por bandidos policiais, que sao governados por politicos bandidos que estao soltos! Eh uma questao espacial na verdade, seres semelhantes em lugares diferentes. Sociedade desorganizada, motivada pelo poder aquisitivo eh o que temos. Desenvolvimento finalceiro mundial, globalizando as classes sociais, alargando as fronteiras das cadeias repudiantes que imundam o centro governamental. Levando os bandidos ao lugar mais privilegiado, ao topo governamental. Todos escondidos no escudo fisico, nao se esquecam! Mas que estou eu fazendo? Falando mal, jogando mais merda na bosta! Mais esterco no capim da insanidade moral. Que deprimente. Mas este capim cresce. Ele se alimenta do mais abundante nutriente: desalinho da consciencia. Uma vez perguntei a um amigo que traia sua namorada constantemente com mulheres varias, se fazia-lhe sentir mal este deploravel comportamento. Ele riu e afirmou:" se voce acha que eh certo e ela nao sabe, nao." Mas nao eh este tipo de pensamento que se encontra alastrado na mente de varios? Nao sao loucos nao. Sao muito inteligentes que brincam esse jogo de certo e errado, com sofismas justificadores de atos reproxaveis. O que fazer? Pergunto. Platao era defensor de uma politica onde os governantes teriam de passar anos estudando filosofia e deveriam possuir moral desenvolvida. Essa eh uma boa. Nao longe desta linha de raciocinio, os empregos na politica nao poderiam oferecer grandes quantias de dinheiro, ja que nada eh o suficiente para os portadores desta ambicao desenfreada (nada contra ambicao, desde que conscientizada). Sendo a politica menos associada a uma maneira de ganhar dinheiro, atrairiam-se assim, cada vez menos os cacadores de tesouros, tao primitivos nos seus instintos. Consolidando a palavra 'governo' tao misturada com o sentido de luta de interesses.
Escrito por Rodrigo Tavares às 21h35
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Desarmamento
Eu nunca matei ninguém
Não roubei, nem violentei
Nenhuma moça de bem
E o governo quer me desarmar
Nunca nem ameacei
Nem de jeito estranho olhei
Para nenhum conhecido,
Amigo ou inimigo,
Ou para um desconhecido
E o governo quer me desarmar
Evito até discussões
Não grito
E também não brigo
Mas o Senado em suas seções
Resolveu me desarmar
Mas, então, eis que pergunto:
E as favelas, senador?
Não o pobre trabalhador
Mas o pessoal do Beira-Mar
Você também vai desarmar?
Porque, se é para o crime acabar
São eles
E não eu
Que o governo tem que desarmar
E eu nem tenho arma
Talvez nem queira ter
Mas se eu quiser comprar
Não posso nem escolher?
O governo quer me desarmar
Escrito por Pedro às 01h32
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Inteligentes Tiradas Futebolísticas - Final da Copa das Confederações II
Ronaldinho Gaúcho corre em direção ao gol, marcado por alguns jogadores argentinos. Galvão Bueno: "Vai, Ronaldinho, vai, Ronaldinho, vai, Ronaldinho!". Ronaldinho erra. Galvão: "Ele deveria ter passado a bola para o Kaká, que estava livre."
Escrito por Pedro às 20h54
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Inteligentes Tiradas Futebolísticas - Final da Copa das Confederações I
"O impedimento é uma regra complicada. Mas é clara!" (Arnaldo César Coelho)
Escrito por Pedro às 20h53
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A Noite
Era tarde. Patrícia caminhava a esmo pelas ruas da cidade. Não sabia para onde ia, nem se importava. Nada mais importava. Havia perdido tudo que lhe era mais caro e não tinha mais vontade de viver. Não, nenhuma. Nenhuma vontade de viver. Ou será que eram as drogas falando? Já não sabia. Seu estado de loucura e entorpecimento já era profundo. Não sabia o que estava fazendo. Já não tinha mais controle sobre seus atos. Estava... Não, ERA louca. Completamente louca. E talvez fosse melhor assim. Mais fácil. Não ter que lidar com as conseqüências de seus atos. Não precisar mais pensar que... Não sentir mais culpa por... Não! Pensar nisso era, é, doloroso demais. Melhor não. Melhor não. É mais fácil – menos difícil – se deixar dominar pela loucura.
Havia tomado o quê? O que era aquilo? Absinto? Parecia absinto... Ou perfume? O que era aquilo? Mas não foi só. A noite foi pesada. Ácido? Coca? Heroína? A memória não estava ajudando. Tentando manter a sobriedade. Lembrar... O que aconteceu? Um acidente? Não, não um acidente. Uma briga. Alguém se feriu. Quem...? NÃO! Não, nãonãonãonãonão... Lembrar pra quê? Melhor esquecer, deixar a insanidade tomar conta. Reinar. Patrícia, o Reino da Insanidade. Onde a loucura é a rainha e não existe oposição. Essa era ela, essa era pat... Quê?
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!
Meu Deus, eu ESTOU louca. Enlouqueci. Estou narrando uma história, MINHA história, e na terceira pessoa. A professora Vilma, da terceira série, tinha razão. Eu tenho um parafuso a menos. Tenho, tenho, tenhotenhotenhotenhotenhotenhoten... hehehe. Eu gosto do som disso, tenhotenho... he.
Como isso foi acontecer? Num minuto eu estava... E no outro... E... Eu não sei. Eu não sei. Não foi minha culpa. Foi? Acho que não. Não foi. Quem mandou ele... Quando eu... Eu não quero pensar nisso. Eu quero esquecer. Quero dormir. Quero morrer...
Não agüento mais andar. Cansada. Cansada. Os pés estão dormentes. Onde estou? Aqui parece calmo. Vou me deitar. Dormir. Eu preciso dorm....
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Beleza, última corrida da noite. E deu pra descolar uma grana legal. Vai dar pra pagar tudo que eu devo. Finalmente vai dar pra eu me livrar daqueles caras. Aí é só... Hã?!? Que é aquilo no meio da rua? Parece... Meu Deus! É uma...
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Ei! Já sei! HAHAHAHA! Eu sei como resolver! Como não pensei nisso antes? Mas tudo bem, vai ficar tudo bem? Eu só tenho que me levantar daqui e... Hein?
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Puta merda! Não vai dar pra parar. Freia, desgraçado! Freia, lata velha! Frei...
...
Escrito por Pedro às 01h42
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O País dos Mecenas
Poucos países apóiam a cultura no mundo como o País dos Mecenas. Livros, produções teatrais, filmes, festivais de música, exposições artísticas, tudo, mas tudo mesmo é financiado pelos habitantes daquele admirável país. Imagine a maravilha: aproximadamente 180 milhões de indivíduos, em todas as classes sociais (e no País dos Mecenas as desigualdades são grandes), interessados em arte e cultura e dispostos a financiar a cultura nacional. E de forma organizada ainda por cima. Todo o financiamento é feito pelo governo, que recebe o dinheiro da população e repassa aos artistas através de leis de incentivo a cultura. É realmente incrível.
A cultura é o bem mais valorizado pelos mecenenses. É prioridade absoluta. Eles são capazes de abdicar de serviços públicos básicos, como educação e saúde para garantir que novos filmes sejam produzidos,e novos livros, publicados. Esse tipo de mentalidade pode parecer estranho para nós, brasileiros. Mas é preciso respeitar essas diferenças culturais. Apesar das desigualdades sociais, o País dos Mecenas ganha, todos os anos, diversos prêmios internacionais de cinema. Falta só o Oscar. Quase todo ano um de seus filmes é indicado ao Oscar de filme estrangeiro e uma de suas maiores atrizes já foi indicada a um prêmio individual. Ainda não deu, mas um dia eles chegam lá.
A criminalidade cresce a cada ano no País dos Mecenas. E a qualidade dos serviços públicos só cai. As escolas já não têm estrutura para atender aos seus alunos nem pagar seus professores, os hospitais estão superlotados e os pacientes não têm tratamento digno. As cidades estão cada vez mais sujas. Mas para os habitantes daquele impressionante país não ligam. Para eles, esse é apenas um pequeno preço a se pagar para que a produção cultural se desenvolva. Novos filmes e peças de teatro devem estrear todas as semanas. Novas exposições devem ser organizadas e a publicação de novos livros deve continuar.
O mais inacreditável é que a maior parte da população nem tem acesso a toda essa arte. Porque, mesmo como financiadores, eles precisam pagar para adquirir as publicações e assistir aos espetáculos. Coisas caras. Mas não importa. Pelo menos sua cultura é rica. Isso é o que importa. Como eu sei? Ninguém reclama.
Escrito por Pedro às 19h25
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"So sei que nada sei"
Esta afirmacao tem base em outro dito socratico (conhece a ti mesmo), que induz ao individuo consciencia de sua ignorancia inicial e a necessidade de supera-la, organizando assim a sua propria vida. Entao o homem adimitindo a ele mesmo que nao possui o saber, impulsiona-se ao conhecimento, realizando-se o bem mediante a virtude.
Partindo da estaca zero, nada, ao conhecimento do nada (consciencia de sua ignorancia), inpulsionando-se ao conhecimento (tudo). Ja que o desconhecido eh tudo o que nao se sabe, e o todo eh infinito, nao sabemos nada.
Escrito por Rodrigo Tavares às 20h59
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$6.50?
Ontem paguei ao maluco do cinema $6.50 para assistir ao filme Star wars. Isso porque apresentei minha velha carteira de estudante, de outra maneira teria de pagar $8.50. Estava convencido de que este filme fosse bom, ja que meu colega de trabalho Kane, tinha afirmado ser o melhor visto por sua pessoa em sua vida. A sala de cinema estava bombando, por isso tive que sentar nas cadeiras da frente. Com grande expectativa esperei do comeco ao fim algo que confirmasse o que meu colega tinha dito. Desapontado, eu fiquei. Como diria Yoda.
Achei muito tipico, previsivel. Nao porque seja apenas mais um bang-bang espacial, afinal The Matrix Revolution tambem teve cenario de guerra similar e captou muito mais a minha atencao. A lentidao dos acontecimentos e a pobreza da historia me abalou. Nao vos aconcelho a nao ver, mas preparem-se porque nao eh pouca besteira nao. Levem tambem a carteira de estudante pra ter desconto!
Escrito por Rodrigo Tavares às 13h54
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O Gângster
Era um gângster que não sabia mentir. Era sempre descoberto. Uma vez lhe disseram que eram seus olhos que o traíam. Nunca gostou de dedo-duros. Teve que matá-los.
Escrito por Pedro às 17h39
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Para lembrar dos bons tempos.
O sabio ja sabia que antes de escolher uma decisao ele tinha que dar tres pulinhos e curpir pra cima, ja que a gravidade num dos satelites do neuronio eh a sinapse. Ja o nosso vizinho, soh sobe no pe de jaca para elevar sua moral. Sem falar do quilo de umbu que pesa 3 metros de diametro, dois gramas e um capim. Mas se for melhor pra voce, liga pro seu pai e fala pra ele comprar um terreno e plantar bananeira com uma mao so.
Ja falava o malandro poeta Bauduco: quem eh nao pensa no que quer ser, e sim no ser que queria ser e no querer de saber de sempre nao ter.
Escrito por Rodrigo Tavares às 01h22
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Infeliz?
"...ando deprimida e muito infeliz o que devo fazer Biscoito Bauduco? Meus irmãos são infelizes e tentaram de tudo para alcançar a felicidade eterna! O que está errado? Estamos no caminho errado" (Elizangela da Net)
Resposta: Voces estão é loucos! Ser infeliz é a coisa mais burra do mundo. Poder escolher entre ser um ou outro é bom de mais! Jogue bola com seus irmãos e passe a bola pois isso é nossa escola, nossa maior tradição, eu sei que vou de gol em gol com direito a replay! Com direito a REPLAY e vocês são infelizes? Não concordo não. Se isso não for a solução, assalte um banco!
Texto retirado do site www.geocities.com/biscoitobauduco
Site que reune idéias de como bater um baba doido traz paz interior e exterior.
Escrito por Rodrigo Tavares às 23h02
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Conteúdo e baixaria
Ponderações sobre a programação televisiva
E a corrida do politicamente correto continua a toda. Procura-se agora por um meio de controlar o que é exibido na televisão. A campanha “quem financia a baixaria é contra a cidadania”, idealizada pelo deputado Orlando Fantazzini (PT/SP), já tem comitês estaduais em pelo menos 16 estados, com coordenações próprias e articulação com o Ministério Público e a Justiça Estadual e uma de suas linhas de ação é coibir o patrocínio de programas, por grandes anunciantes, que venham a ser identificados com a baixaria. A idéia é que, com o tempo, as emissoras substituam esses programas por outros de conteúdo mais engrandecedor. Afinal, as televisões abertas são concessões do Governo e não podem ser tratadas como bem privado.
Tudo bem, a iniciativa é louvável. Não há como negar que a qualidade da televisão brasileira há muito deixa a desejar. Mas de que adianta dar documentários e discussões sérias sobre assuntos relevantes a quem só quer ver a bunda da vez rebolar na telinha? Sim, a iniciativa é louvável. Mas, como no caso da cartilha do politicamente correto (que, aliás, já foi tirada de circulação), esbarra no imediatismo e na falta de vontade política de trabalhar da maneira correta. As emissoras dão o que o povo quer. Todo o povo, e não apenas as classes desprivilegiadas como querem crer os envolvidos na campanha do deputado Fantazzini.
O bizarro, a baixaria sempre exerceram influência sobre a humanidade. Ou o coliseu não lotaria de pessoas ansiosas para ver leões devorando pessoas na Roma antiga. Independente da nossa escolaridade, cada um de nós, em maior ou menor grau, diverte-se com programas cujo conteúdo é, em algum nível, reprovável. Mas quem teve acesso a educação aproveita igualmente – e às vezes até mais – o entretenimento que oferece algum engrandecimento intelectual. Ou seja, não adianta tentar impedir a exibição de baixaria. É preciso, sim, investir em educação, a fim de fazer o próprio público pedir por algo mais.
A baixaria sempre terá seu espaço, nunca deixará de existir. Mas com um público propriamente educado, com acesso a diversas áreas do conhecimento, esse espaço diminui. Dá lugar a outro tipo de entretenimento. Discutir a programação televisiva é um engano. Essa discussão nem mesmo existe quando todos estão em pé de igualdade em relação à educação formal e têm plena capacidade de decidir o que querem: conteúdo ou baixaria.
Escrito por Pedro às 11h49
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"Se cobra tivesse asas nao haveria urubu lambendo seus pelos."
Escrito por Rodrigo Tavares às 16h13
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